10/06/2012

NOVAS ARMAS E VEÍCULOS PARA FOÇAS ARMADA BRASILEIRA.

Astros II

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ASTROS II é um Sistema Universal de Foguetes de Artilharia para Saturação de Área que começou a ser produzido em 1983 sendo fabricado pela empresa brasileira Avibras. É o primeiro sistema de artilharia a foguete, com uma lançador modular, que permite disparar foguetes de diferentes calibres pela simples mudança dos contentores dos foguetes.
O Astros dispõe de início de um sistema de controle de tiro Field Guard de origem suíça e fabricação nacional. Esse sistema analisa a trajetória de um foguete de teste que explode no ar, longe do alvo, para não alertar o inimigo e calcula automaticamente a posição dos lançadores!
Versões dos veículos do sistema:
  • VBA – Viatura basica Avibras
  • AV-LMU – Veículo lançador
  • AV-RMD – Veículo de transporte de munição
  • AV-UCF – Unidade electrónica de controlo e monitorização de tiro
  • AXV-VCC – Veículo de comando e controlo ao nível de batalhão
Assista como foi o Exercício de Lançamento do Sistema ASTROS II. O Braço Forte da Artilharia do Exército Brasileiro em Formosa – GO



Comando Militar do Oeste recebe novas viaturas

7122011
De 21 a 26 de novembro, a 9ª Região Militar (Organização Militar baseada em Campo Grande/MS) realizou o transporte de 24 viaturas do 22º Depósito de Suprimento (Barueri/SP) e 4 viaturas da 2ª Companhia de Transporte (São Paulo), configurando um total de 28 viaturas operacionais novas destinadas às Organizações Militares do CMO. Foram recebidos caminhões marca Volkswagen, modelo Worker 15.210, tração 4 x 4, e jipes Agrale, modelo Marruá, tração 4 x 4.



Brasil e EUA assinam acordo sem construção de base militar



2010

(Folha de São Paulo) – Os EUA e o Brasil devem assinar, na próxima segunda-feira, dia 12, um acordo de cooperação na área de defesa. O texto ainda não foi finalizado, mas sua “substância está acordada”, segundo a Folha apurou.
O documento, comum entre países amigos, é um instrumento jurídico usado para orientar as relações militares entre os dois.
A resolução deve ser firmada em Washington, com a provável presença de Lula. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, assinará o documento junto com o secretário da Defesa do país, Robert Gates. A presença do brasileiro deve anular a visita de Gates ao Brasil em meados de abril.
O texto inclui a aplicação da “cláusula de garantias” exigida pela Unasul (União das Nações Sul-Americanas), que prevê não intervenção, integridade e inviolabilidade territorial.
O novo acordo também exclui pontos polêmicos: não prevê a construção de instalações militares de um país no outro nem o acesso às existentes.
FONTE: camaleões Camping ,via Defesa Brasil

34 tanques de guerra chegam ao Brasil



2009
Carros de combate foram comprados da Alemanha.
Veículos, do tipo Leopard um, são de segunda mão e foram reformados.
Chegaram nesta segunda-feira (15) ao Rio Grande do Sul 34 tanques de guerra pesados, comprados pelo governo brasileiro da Alemanha. São carros de combate do tipo Leopard um a cinco, usados como equipamento principal de divisões blindadas de vários países da Otan. Os Leopard um são de segunda mão e passaram por ampla reforma. Custaram R$ 900 mil cada um. Mais 206 virão para unidades do exército no Rio Grande do Sul e Paraná, estados que têm topografia adequada a tanques pesados. O modelo comprado pelo Brasil tem canhão de 105 milímetros e modernos sistemas eletrônicos de direção de fogo.
FONTE: G1

Lula manda fabricar 3 mil veículos blindados ao Exército

2009
RIO DE JANEIRO – Após o anúncio da compra de caças para a Aeronáutica e de submarinos para a Marinha, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou hoje que o presidente Lula autorizou o início da fabricação de 3 mil novos veículos blindados de transporte para o Exército.“O presidente autorizou o início do projeto inicialmente chamado Urutu III, agora rebatizado Guarani, que vai substituir todo o sistema de mobilidade do Exército”, disse Jobim, após participar no Rio da troca do Comando de Operações Navais no Porta Aviões São Paulo.
De acordo com o ministro, serão investidos na construção dos Guaranis R$ 6 bilhões ao longo de 20 anos. Os veículos serão construídos pela fábrica Fiat Iveco, em Sete Lagoas, Minas Gerais. A licitação foi vencida em 2007. Em abril, a fabricante apresentou uma maquete em tamanho real da viatura blindada na Feira Latin America Aero & Defense (LAAD), no Rio. O motor e 60% dos componentes serão nacionais para diminuir o custo de produção.
A previsão da Iveco é que a primeira unidade fique pronta em 2010 e que 16 veículos sejam testados até 2011. Os exames serão realizados no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), localizado em Barra de Guaratiba, na zona oeste do Rio. Os testes vão examinar a durabilidade do veículo, ergonomia e a blindagem estrutural para saber se o Guarani suporta explosões de minas terrestres, por exemplo.
Comparado ao EE-11 Urutu, modelo em uso hoje pelo Exército, o Guarani traria vantagens como proteção blindada superior, maior mobilidade, maior capacidade de transposição de trincheiras, maior capacidade de degrau vertical, ar condicionado, sistema de freio com disco duplo e ABS, GPS, sistema automático de extinção de incêndio e de detecção de laser.
FONTE: Estadão

29/05/2012

Rota reforça segurança em Jacareí até o final de semana

Jacareí

Policiais militares da Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar) começaram ontem a atuar em Jacareí para tentar frear a onda de homicídios na cidade, a mais violenta da região nos primeiros quatro meses de 2012.
A ação da Rota vai durar três semanas e também acontecerá em Pinda e Guaratinguetá. Cada semana, os policiais atuarão em uma das cidades, consideradas mais problemáticas do Vale.
O reforço havia sido uma promessa do Secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, em uma reunião na semana passada entre a Frente Parlamentar do Vale a cúpula da SSP. Um dos assuntos debatidos foi a campanha ‘O Vale pela Paz’.

Início. São 10 viaturas, com cerca de 40 policiais, que farão rondas nos pontos mais problemáticos da região, mapeados pelo comando da PM.
Os policiais atuam em turnos de 12 horas e as equipes são revezadas diariamente.
“A função primordial da Rota é apoiar policiamento em regiões de maior gravidade criminal. Em cidades menores, vistoriamos toda a região com atenção nos locais com maiores índices”, diz o tenente Teixeira, comandante de pelotão.
Durante a ação de ontem, a Rota capturou um foragido da Justiça por roubo.

POR DENTRO

reforço
A Rota começou ontem a atuar no Vale do Paraíba. Serão três semanas de reforço nas três cidades consideradas de maior gravidade: Jacareí, Pinda e Guaratinguetá

atuação10 viaturas da Rota começaram ontem em Jacareí. Cada semana, os policiais atuarão em uma cidade

índices
Jacareí foi a cidade mais violenta da região nos primeiros quatro meses deste ano --22 pessoas foram assassinadas de janeiro a abril


Realmente, 03 semanas é o minimo necessario para aplacar o CAOS estabelicido na região. Cada noticia que leio me faz crer mais em DEUS, sómente ELE por nós.

Poxa, mas 3 semanas e ainda dividindo com outra cidade é cruel.......teria que ficar no mínimo 3 semanas em cada cidade, e se possível uma base instalada em JACAREI. Rota seja bem vinda


  
Em TAUBATE nem a rota tem coragem de entrar .. .. Meda!
E  policia militar do local não esta fazendo nada tem que chamar   policia da capital para ajuda, e uma vergonha , pocha no vale do paraíba tem passe da policia militar e tem que vim logo de fora .mais isso e muito bom para nos e uma vergonha para a policia da cidade.
bom que a rota seja bem vinda! e que nos ajuda com os problema da criminalidade de nossa cidade já que a nossa policia local não esta dando conta....
bom qualquer problema nos dos camaleões estamos a disposição...  

12/05/2012

QUAL É MELHOR PARA O BRASIL?



O exercito brasileiro vem se equipando com modernos fuzis em calibre 5,56X45 mm em muitos grupos de operações especiais, principalmente os que operam na selva amazônica. Lá encontramos carabinas M-4 A1, HK G-36K/C, e o Imbel MD-97LC. Considero temerário que se padronize o calibre 5,56X45 mm como o futuro e único calibre da infantaria brasileira. Penso que tropas de operações especiais devam ter armas adaptadas a seu ambiente de atuação. Por isso considero primordial que o comando do exercito brasileiro tenha em mente que hoje existem armas avançadas em calibre 7,62X51 mm e que para operar em ambiente de selva, o potente 7,62X51 mm é a munição mais indicada. Nas regiões do interior do nordeste brasileiro, o calibre 7,62X51 mm também se faz adequado. O comprimento do cano das armas, nesses ambientes deve ser de no mínimo de 14 polegadas, para conseguir acelerar o projétil suficientemente para ter poder de parada a 300 metros de distancia. As policias do Brasil devem manter seus fuzis em calibre 5,56X45, se assim preferirem, porém é fundamental a padronização do uso da munição 5,56X45 mm com projéteis mais pesados como a MK262. Nos combates policiais, raramente os criminosos fazem uso de coletes balísticos, podendo assim, se usar o calibre 5,56X45 mm com segurança, desde que com o projétil mais pesado.
Acima: O novo fuzil Imbel MD-97LC visa reequipar as tropas das forças armadas brasileiras com um novo fuzil em 5,56X45 mm.
Uma outra solução para uso policial do calibre 5,56 mm seria o uso de projéteis semi-jaquetados com a ponta mole (sem a camisa de cobre) e com canto vivo, o que facilitaria a deformação do projétil no momento do impacto trazendo uma maior transferência de energia e, conseqüentemente, poder de parada. Essa munição é normalmente usada no esporte de caça devido a sua maior capacidade destrutiva. Embora não haja estatísticas sobre o uso dessa munição contra seres humanos, certamente ela atingiria os 100 % de poder de parada. Vale lembrar também que esse tipo de munição tem menor poder de transfixação, uma característica muita bem vinda quando se trata de usar esse tipo de armamento em ambientes urbanos, cheio de pessoas inocentes, potenciais vitimas de balas perdidas.
Abaixo: Podemos ver uma tabela com os dados levantados de tiroteios entre civis (policiais e cidadãos) no território dos Estados Unidos envolvendo os calibres 5,56X45 mm e o 7,62X51 mm. O calibre 7,62X39 mm não aparece nessa lista por não ser tão popular no mercado norte americano, porém, os dados dele se aproximam do 7,62X51 mm.


 A munição 5,56X 45 mm MK262 fabricado pela Black Hills é a mais eficaz munição deste pequeno calibre atualmente. A experiência de combate nas frentes de batalha do Iraque e Afeganistão provaram que pode-se ter 100% de poder de parada com o 5,56 mm.

Um integrante das forças especiais dos Estados Unidos com seu novo fuzil FN Scar MK-17, em calibre 7,62X51 mm. Notem que o carregador é o mesmo usado no fuzil FAL (embora de cor bege). A forças especiais norte americanas usam o calibre 7,62X51 e o 5,56X45 mm, de acordo com o perfil da missão.


02/04/2012

guerra das malvinas


Há 30 anos, Guerra das Malvinas ajudou Thatcher e derrubou ditadura argentina

Há 30 anos, Guerra das Malvinas ajudou Thatcher e derrubou ditadura argentina
A guerra das Malvinas, que teve início há 30 anos, garantiu a reeleição da então primeira-ministra britânica Margaret Thatcher após a vitória do Reino Unido, enquanto a derrota da Argentina provocou a queda da ditadura militar. No entanto, o conflito não deu fim à disputa pela soberania sobre as ilhas do Atlântico Sul.


O MUNDO COMEMORA 30 ANOS DA QUERA DA ILHA DE MALVINAS


SEGUNDA-FEIRA, 23 DE JANEIRO DE 2012

GUERRA DAS MALVINAS: ENTENDENDO O CONFLITO

                    ilha das malvinas 


A Guerra das Malvinas foi um conflito armado entre Grã-Bretanha e Argentina, no começo dos anos 80, pelo controle de um pequeno arquipélago no Atlântico Sul, as ilhas Malvinas - conhecidas em inglês como Falklands. 
No início da década de 1980, a ditadura militar que controlava a Argentina decidiu promover um plano de controle sob o território. Então comandado pelo general Galtieri, o governo dos militares argentinos se via pressionado pelos problemas sociais e econômicos que colocavam a população contra si, além do grave desrespeito às liberdades civis e aos direitos humanos. Dessa maneira, o plano seria uma forma desesperada de recuperar a imagem do governo por meio da guerra e unir a nação em um frenesi patriótico.

Publicação do Jornal "Clarín", de Buenos Aires, sobre o desembarque das tropas argentinas nas Ilhas Malvinas (Foto: abril de 1982)

Aproveitando-se da disputa histórica, o governo militar da Argentina lançou uma invasão às ilhas em 2 de abril de 1982.

Os argentinos tinham duas apostas: acreditavam que teriam o apoio dos Estados Unidos para reaver o território das Malvinas ou que os ingleses iriam abrir mão da ilha por meio de uma rápida negociação diplomática. Nenhuma das duas se concretizou.

A princípio, a invasão realizada pelos argentinos foi vitoriosa e resultou no controle da capital das Malvinas, Port Stanley. Com a conquista, os hermanos mudaram o nome da cidade para Puerto Argentino.

Enquanto o regime propagandeava sua vitória na mídia, os ingleses tentaram negociar uma retirada pacífica dos militares argentinos, o que não conseguiram. A guerra estava a caminho.

Forças aérea e naval britânicas cruzando o Atlântico, rumo às ilhas Malvinas

Mediante a negativa do governo Galtieri, a primeira-ministra britânica Margaret Thatcher ordenou a preparação das forças britânicas para um conflito contra os argentinos. Enviou às Malvinas uma força-tarefa com 28 mil combatentes - quase três vezes o tamanho da tropa rival.

Aproveitando dos acidentes geográficos que tomavam todo o arquipélago, os argentinos organizaram um contra-ataque aéreo comandado pela Fuerza Aérea Sur. Utilizando de mísseis Exocet, os argentinos conseguiram abater duas embarcações britânicas.

Navio britânico atingido por um míssil argentino

Apesar disso, as maiores derrotas argentinas aconteceram em terra, quando os britânicos não tiveram maiores dificuldades para vencer um exército numeroso, porém extremamente mal preparado.

E, ao contrário do que supunham os generais argentinos, os Estados Unidos não se mantiveram neutros. Resolveram apoiar os britânicos, seus aliados na poderosa aliança militar da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

Fornecendo armas, os americanos deram uma forcinha decisiva aos súditos de Elizabeth II. Turbinados pelo apoio ianque, os britânicos bateram os argentinos em pouco mais de dois meses.

No dia 14 de junho de 1982, a Inglaterra tinha finalmente restabelecido sua hegemonia sob as Ilhas Falkland, nome oficialmente dado pelos ingleses à região.

Desembarque das tropas britânicas vitoriosas nas ilhas Malvinas em junho de 1982

Após o conflito, a galopante crise inflacionária – que então batia na casa dos 600% ao ano – e os movimentos populares contra a repressão militar causaram a queda da ditadura argentina. Em um brusco processo de redemocratização, os argentinos depuseram Galtieri e, no ano seguinte, realizaram as eleições que levaram o civil Raúl Alfonsín ao poder.

Na Inglaterra, o conflito fortaleceu a imagem política de Margaret Thatcher, que conseguiu se reeleger como primeira-ministra.

Principais eventos do conflito

1. A guerra das Malvinas começa para valer em 2 de abril de 1982, quando as forças navais argentinas tomam Stanley, a capital das ilhas. Em resposta à invasão, a Grã-Bretanha envia à região uma força-tarefa em meados de abril, cruzando 13 mil quilômetros pelo oceano Atlântico.

2. No dia 25 de abril, uma unidade britânica desembarca em uma ilha próxima, a Geórgia do Sul, que também estava nas mãos dos argentinos. Depois de breves combates, a Grã- Bretanha retoma o controle da ilha e começa a preparar o contra-ataque, adaptando equipamentos para receber armas da Otan.

Veja abaixo a esquadra militar de ambas as nações envolvidas no conflito:

Fonte: Mundo Maps

3. Ao mesmo tempo, os argentinos se preparam para interceptar as forças britânicas. No final de abril, eles posicionam a noroeste das Malvinas o porta-aviões Veinticinco de Mayo, levando oito caças-bombardeiros, seis aviões a hélice e quatro helicópteros, todos a postos para o combate.

4. A maior baixa argentina acontece no dia 2 de maio: longe da zona de conflito, o cruzador General Belgrano é torpedeado por um submarino britânico de propulsão atômica e afunda, matando 368 homens. Enquanto isso, nas imediações das Malvinas, os dois exércitos travam intensas batalhas no ar.

5. Dois dias depois, a resistência aérea argentina consegue uma vitória a oeste das Malvinas ao atingir o destróier Sheffield, matando 20 homens. Nos dias seguintes, ataques argentinos afundam mais quatro navios. Mas as baixas não conseguem impedir o avanço da moderna esquadra britânica, que se aproxima cada vez mais das ilhas Malvinas.

6. O avanço britânico se consolida em 21 de maio, com um desembarque anfíbio na costa norte da ilha Malvina Oriental. Enfrentando tropas mal preparadas e com armas antiquadas, os britânicos capturam povoados menores, como Goose Green, até cercarem a capital, Stanley. Em 14 de junho, os argentinos se rendem e a guerra chega ao fim.

Militares argentinos se rendem às tropas britânicas, pondo fim à Guerra das Malvinas